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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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Jul19

Ai metabolismo, ai metabolismo que é o meu!


João Silva

O nosso metabolismo consiste, no fundo, no conjunto de transformações químicas que ocorrem no nosso corpo e que contemplam, essencialmente, a alimentação, uma vez que este é o fator que permite fenómenos de anabolismo (produção de energia a partir de moléculas simples) e de catabolismo (produção de energia a partir de moléculas mais complexas). Assim, quando o catabolsimo é superior ao anabolismo, ocorre perda de massa no organismo.

Por isso se fala tanto no metabolismo, sobretudo, quando nos queremos referir ao facto de termos fome com muita frequência e de o nosso organismo transformar o que ingerimos em reservas de gordura.

No meu caso, por exemplo, se me descuidar com a alimentação, absorvo com alguma rapidez tudo o que ingeri e ganho peso com facilidade. Cada corpo tem o seu próprio metabolismo e, por isso, é que existem pessoas extremamente magras que ingerem "toneladas" de comida pouco saudável.

É uma espécie de roleta russa (justa ou não essa é outra questão) e, segundo consta, o aspeto genético também contribui imenso para o aumento de peso repentino. Contudo, o metabolismo não pode ser visto como desculpa para tudo, isto porque o nosso estilo de vida, o nível de desporto que praticamos e o tipo de alimentação que cuidamos também se revelam extremamente importantes para domarmos ou estimularmos a produção de energia no nosso organismo.

Sinto fome com muita frequência. Porquê? Porque o meu volume atual de treino obriga o meu corpo a produzir energia de forma constante e isso explica em grande parte porque sinto imensa fome nos meus dias de folga. Considerando que normalmente estou em "perda" diária de energia, quando paro, o corpo precisa de repor tudo e essa reposição provoca mais fome.

E isto serve para dizer o quê? Que é necessário ter cuidado com o que comemos: devemos, por exemplo, preferir um legume ou uma peça de fruta a um doce numa situação de défice do organismo, já que este vai absorver tudo imediatamente. Daí o problema dos produtos processados de que tanto se fala. Uma vez que o objetivo da indústria não é a nossa saúde mas a nossa dependência, as substâncias químicas que eles usam (algumas tóxicas e outras cancerígenas) serão "adotadas" pelo nosso corpo.

Por último, esta questão do metabolismo também é muito pertinente para explicar melhor a razão pela qual não há um padrão universal de alimentação capaz de "salvar" qualquer pessoa de ganhar uns quilinhos a mais. Importante em todo o caso é compreender a constituição de tudo o que comemos e optar por dar ao corpo nutrientes "úteis" para aumentar a saciedade e a produção energética que vai deixar o nosso organismo em homeostasia. Ou seja, num estado de equilíbrio.

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