Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub
06
Jul19

E que no segundo semestre...


João Silva

P_20190428_122440.jpg

No ano passado, tinha imaginado este semestre como um mais propício a meias maratonas.

À partida, contava com quatro, uma maratona (Porto) e quatro provas de 10 km. 

Infelizmente, algumas contrariedades pessoais fizeram-me deitar por terra esses planos. Certa (se não me magoar ou não tiver nenhuma notícia nefasta) está a Maratona do Porto. Logo desde o início que esse era o meu maior objetivo para a segunda metade de 2019. À exceção dessa prova, se tudo se proporcionar nesse sentido, poderei correr uma ou duas meias maratonas e uma ou duas provas de 10 km, mas, por agora, tudo é uma incógnita.

Em termos de provas, de facto, haverá uma redução, o que, por outro lado, me permitirá fazer treinos mais duros e de forma mais permanente. Portanto, como as provas são sempre aquele momento especial, falarei delas depois de expor os meus objetivos em termos de treinos.

Nesse sentido, de julho a setembro (altura da primeira meia maratona que supostamente farei), prevejo treinos longos, se possível, na ordem das 2h30 a 3h00, pelo menos, duas a três vezes por mês. A partir de meados de setembro entra em marcha o plano de calmia para garantir que chego bem e em forma à maratona do Porto.

Prevejo "trepar" mais serras por estrada, foi algo que me fascinou em maio e deixou-me água na boca para conseguir chegar a terras como Alcouce, Almalaguês ou mesmo Miranda do Corvo.

Ao nível da corrida, tratarei de implementar algns treinos de séries e de fartleks, elementos que descurei desde finais de março e que são muito importantes para tentar aumentar a velocidade e a capacidade de "explosão" do organismo. Ou seja: pretendo aumentar o VO2máx.

Foi algo que me ficou no coração e que pretendo repetir com alguma frequência: treinos em serra/estradões com colegas da equipa.

Mas não ficam por aqui os meus desejos ao nível do treino: aperfeiçoar e implementar novos exercícios de reforço muscular relacionados com saltos e que melhoram a capacidade respiratória e a agilidade. Além disso, pretendo igualmente aumentar exercícios de reforço do core.

Contudo, existe uma modalidade que espero praticar com muito mais frequência e distâncias monstras: ciclismo de estrada. Ainda assim, a prioridade é ter uns calções próprios, pois não queria mesmo nada deixar de ser humano e passar a ser um babuíno.

Deixando de parte os treinos, cuja planificação passará a ser sobretudo quinzenal e não mensal, pois tal permitir-me-á ter uma melhor noção da minha evolução e uma maior flexibilidade em termos de sessões a realizar.

Para último, ficam os objetivos "práticos", aqueles relacionados com as provas: não é segredo nenhum que o maior objetivo é sempre reduzir os tempos realizados. Assim sendo, na corrida de 10 km pretendo ficar nos 41 minutos; na meia maratona quero quebrar finalmente a barreira sub-1h30 e, para o maior evento, a maratona, pretendo fazer melhor do que as 03h33'35''. Tenho a vontade de tirar três minutos ao tempo passado, mas três minutos pode ser visto como excessivo, implica alguma subida de ritmo e isso pode sair-me caro. 

Seja como for, mais perto das provas saberei como estarei.

Um outro objetivo inerente às provas, especificamente, às mais curtas, é revelar uma capacidade de explosão mais duradoura nos 10 km, mantendo uma respiração curta mas eficaz e cuidar um ritmo constantemente elevado entre o quilómetro 10 e o 15 da meia maratona.

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub