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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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26
Jun19

Vinha acima, vinha abaixo


João Silva

Não tendo grande altimetria, a prova acaba por ser, ainda assim, uma (pequena) montanha russa, pois contrapõe quase constantemente subidas "jeitosas" com descidas mais acentuadas.

Tirando uma ou outra "ponte" improvisada com o objetivo de nos transportar para o piso seguinte, o caminho era bem largo e ia abrilhantado a nossa passagem ora com erva, ora com plantas, ora com pedras pequenas ou zonas de terra lavrada, no domingo, totalmente enlameadas e escorregadias por causa da chuva.

E foi precisamente por isso que o percurso me pareceu desafiante e, diria mesmo, perigoso. Pensando em quem vai à caminhada, é certo que caminhar em trails não é pera doce, mas a prova acabou por não ser um passeio.

A quantidade de lama que se agarrava às sapatilhas em cada atravessamento de vinhas significava um ganho de um ou dois kg extra em cada perna. Ou seja, mais uma dificuldade cortesia do tempo. 

Em termos técnicos, com melhores condições climatéricas, o percurso far-se-ia muito bem. Sobretudo a segunda parte é muito rolante, dá para ganhar velocidade e, mais importante, para manter um ritmo alto. Por outro lado, a primeira parte, até chegarmos à adega, que, apesar de ser uma zona de muita escuridão, foi uma excelente cartada organizativa, é mais dura, é onde se encontram as "pontes improvisadas" e as valas estreitinhas todas enlameadas.

O carrossel de subidas e descidas espaçadas ajuda a "massacrar" as pernas logo na primeira metade.

Outro aspeto que despertou a minha atenção foi o ziguezague ar constante do percurso. Curva e contracurva frequentes, mais na primeira metade, o que é mais um obstáculo ao ritmo. 

O percurso é interessante. Na minha opinião, ficou bastante endurecido pelo clima, mas não deixa de ser um belo chamariz para correr num espaço "pouco comum" mas muito simbólico. Só por aí, pela beleza de tudo o que nos envolveu, já vale cada km.

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