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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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25
Jun19

Uma organização a roçar a perfeição


João Silva

 

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Se tive dificuldades na prova e me senti deslocado, em nada posso apontar isso a falhas organizativas. 

Foram sentimentos meus, mas a verdade é que aquelas pessoas, as mesmas que dão vida às Quatro estações, estiveram irrepreensíveis. 

Comecei por ter direito a um M em vez de S na camisola, mas a culpa não foi deles, até porque tive oportunidade de ver a folha de prova. 

No geral, não tenho muito a apontar. Fizeram-nos sentir bem acolhidos e colocaram um camião de alegria à nossa disposição.

Para variar, começamos praticamente a horas, até a entrada na "caixa" se fez sem problemas de maior.

Elogio ainda o facto de terem estipulado horários diferentes para as diferentes distâncias. Isso ajuda imenso e é uma grande qualidade que, parece-me, é mais característica de quem organiza trails ou eco meias maratonas do que de quem organiza provas em estrada.

Regral geral e tirando apenas uma ou outra exceção, os percursos não se cruzavam. Vendo o estado das vinhas e do piso, teria sido uma "desgraça". Nota positiva também aqui.

Os abastecimentos foram bem espaçados. Logisticamente também não dava para ser diferente. Aproveitaram zonas abertas, adegas e quintas para montar o "estaminé".

Foi excelente e uma grande forma de promoção teren-nos levado a correr para dentro de uma adega. De lamentar, a pouca iluminação, mas não poderia ser de outra forma.

O acompanhamento e as fotografias também estiveram top. 

No final de contas, aponto apenas como falhas dois aspetos: ausência de segurança na passagem final da zona industrial para o velódromo. Os polícias estavam junto à ponte final e aí não há tanta utilidade como na zona que referi antes.

O outro aspeto menos bom foi a marcação de um ou outro local. Regra geral, era fácil de perceber o caminho. Contudo, numa ou noutra viragem, o que aconteceu é que não havia fitas e isso criou algum desnorte. Tanto assim que um dos meus colegas de equipa alega ter feito 26 em vez de 23 km e eu próprio cruzei-me perto do final com pessoal que se enganou.

Seja como for, é inquestionável o facto de a organização ter roçado a perfeição e de ter em mãos um projeto aliciante para promover a região. A zona é bonita. Pena a chuva, que retirou brilho, mas aquelas vinhas, quintas, herdades, adegas são algo de muito especial.

A dureza da prova deveu-se sobretudo à lama e à chuva.

Os meus parabéns aos organizadores. 

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