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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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07
Jun19

Ai o que o acumulado faz a este pobre rapaz!


João Silva

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Foi, uma vez mais, uma forma dramática que usei para reter a vossa atenção. 

A propósito do treino em serra no passado domingo, fica a nota de que chegámos aos 645 m de acumulado positivo. Pelo menos, foi o que indicou o meu relógio.

A verdade é que andámos a "brincar no carrossel", como amavelmente dizia a minha colega Sandra quando nos estávamos a dirigir para o "teatro de operações".

A lei mais básica da corrida em serra é a que se segue: sobe, acumula, desce, acumula, plana, acumula.

Moral da história, no fim do treino, dá a sensação de termos levado com dois ou três camiões cheios.

Não é uma queixa, é uma constatação. 

Em treinos em serra, nunca tinha chegado a um valor tão alto, mas, por exemplo, em estrada, ando frequentemente num acumulado positivo a rondar os 300 m, o que nem é muito frequente entre os corredores do asfalto.

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Talvez por essa razão, à exceção de uma parte da subida do Monte das Pêgas e de uma zona mais técnica na ascenção à 
Cruz de Ferro, senti-me sempre bem. As dores foram-se acumulando e já havia algumas a incomodar-me antes mesmo de ter iniciado o treino.

Ainda assim, um acumulado desta natureza deixa sempre marcas, mesmo com ritmos mais baixos. Não fui exceção a isso. 

E, voltando a relembrar a minha ideia, tirando as partes técnicas e a tipologia do meu calçado nessas mesmas zonas, gostei de subir e descer aquelas barreiras. Tenho a certeza de que tudo aquilo me vai ser útil para as provas de estrada.

IMG_20190602_090212.jpg

É legítimo usar o argumento de que não enfrentarei algo do género em provas de estrada. Todavia, a ação-reação perante tanta inconstância de percurso vai, invariavelmente, aumentar a minha resistência e a minha força muscular (nos gémeos e nos quadris, por exemplo). Será assim mais "fácil" suportar terrenos desnivelados em estrada e grandes distâncias.

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Não só por isso, como também pela presença e companhia de colegas de equipa tão porreiras e pela capacidade de sacrifício debaixo daquelas temperaturas que se fizeram sentir, valeu a pena ficar todo desengonçado...ou empenado, como eles dizem.

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