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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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16
Mai19

Vão por mim que já experimentei


João Silva

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A missão de alterar os meus hábitos alimentares foi e tem sido uma enorme aventura. Um conjunto de episódios que me enchem de orgulho pela quantidade de conhecimento que amealhei.

Sem dúvida que aprendi a olhar para a comida e para a confeção de pratos com outros olhos. Há sempre uma alternativa. É muito fácil encontrar escolhas que se completem e, no fundo, interessa comer bem, ser saudável e recorrer a alimentos nossos "amigos". Tudo isto obrigou a muitas leituras e algumas experiências na cozinha.

Já aqui falei nos mitos da alimentação, agora vou deixar algumas dicas que utilizo e que, no fundo, também representam o derrubar de outros mitos alimentares.

A saber:

  • não usar azeite nos refogados ou substituir o azeite por um colher de sopa de água e juntar a cebola e o alho: menos gordura saturada e desnecessária e a cebola e o alho também ganham o aspeto translúcido antes da adição de outros legumes;
  • abdicar do óleo, do óleo de coco ou do azeite em receitas de bolos: parece tresloucado, mas estas gorduras, mesmo as supostamente boas para o organismo, dão apenas alguma maciez aos bolos. Na prática, se as retirarmos, o bolo fica igualmente saboroso, ligeiramente mais pequeno, mas bom. E podemos aproveitar esse "plus" de gordura que não usámos para ingerir umas nozes ou amêndoas, que tão bem fazem ao nosso corpo;
  • reduzir a quantidade de gordura adicionada nas receitas: há influenciadores e cozinheiros atuais que dizem para usarmos 8 colheres de sopa de óleo de coco numa receita. Posso assegurar-vos que o sabor não sofrerá nada, se usarem 4 ou mesmo 2 em vez de 8. O facto de o óleo de coco ser considerado saudável e de aguentar altas temperaturas durante mais tempo do que o óleo normal não significa que devamos abusar. Por exemplo, numa receita de bolachas que recomendava 4 colheres de sopa de azeite, usei apenas 1. Resultado: produto crocante e igualmente bom. 
  • excluir o uso de dois tipos de adoçantes em simultâneo: é comum ver em receitas atuais a sugestão de utilização de agave e mel de stevia e açúrar demerara. É um erro. Não é pelo facto de serem saudáveis que não prejudicam a saúde. Não devem ser consumidos em excesso;
  • substituir os açúcares adicionados pelos da fruta. Na minha opinião, este deve ser o caminho. Nesse sentido, a banana madura é um grande aliado: dá textura, maciez e sabor. É tudo uma questão de treinar o paladar. Isso e pensar que, ao abdicar daquele açúcar em concreto, podemos ingerir outro alimento ou noutro alimento que nos apeteça;
  • usar folhas de papel vegetal para forrar formas em vez de óleo, manteiga ou azeite. Sobretudo em formas de bolo inglês, nas tarteiras ou nos tabuleiros funciona na perfeição.

Por último, não deixo uma dica, deixo uma opinião pessoal sobre os alimentos benéficos para o nosso corpo: uma alimentação maioritariamente vegetal ajuda o nosso intestino, a sua flora. Por exemplo, as fibras vegetais solúveis são absorvidas pelos organismos do nosso intestino e ajudam a prevenir hipertensão arterial. Não estou a defender a exclusão da alimentação animal ou de derivados animais. É um facto de que precisamos substancialmente daquele tipo de alimentos para viver em equilíbrio. Eu próprio não abdico desses produtos, mas é fundamental diversificar e procurar o que nos pode ajudar. O lado vegetal tem a enorme vantagem de ajudar a reduzir inflamações no nosso organismo.

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