Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub
02
Mai19

Ver para lá da cortina de fumo


João Silva

Este foi um dos problemas que enfrentei quando comecei a mudar os meus hábitos alimentares.

E se na altura, em 2016, já havia imensa contrainformação desprezível para baralhar a ideia de quem se quer manter saudável, nesta altura essa realidade deixou de aparecer camuflada. Foi escancarado esse nicho do "saudável", do "fit", do "detox". 

Mas deixem-me que vos diga uma coisa: não permitam que alguém controle a vossa vida com o que podem ou devem comer, porque, à partida, essa é uma decisão vossa.

Não quero com isso incitar à obesidade ou à comida desenfreada, sem regras. Pelo contrário, antes de mais, pretendo transmitir-vos que devem recolher informação sobre tudo. Só assim têm o poder para discernir conscientemente o que vos é dito.

IMG_20190112_002223.jpg

Importa manterem o vosso cérebro ativo e, por isso, é crucial ter em mente que o resultado de uns não é (ou pode não ser) o resultado de outros.

Além disso, deverão ouvir o vosso corpo. Perder peso não é nem pode ser visto como uma prisão nem como uma fase única. É fácil de explicar o porquê disso: quando as estratégias que adotaram começarem a fazer efeito, vão atingir o objetivo. Contudo, se depois não fizerem nada para o manter, vão regressar à casa de partida.

Logo, mais do que uma dieta no sentido restritivo, devem preparar-se para mudar os hábitos alimentares, para compreender os alimentos e os tipos de nutrientes fornecido, para ser flexíveis e para diversificar tudo o que ingerem.

A variedade, incluindo alimentos tidos como menos saudáveis, faz parte de uma boa alimentação. A experiência diz-me que não devem cortar a ingestão de determinado alimento, mesmo de chocolates ou fritos, por exemplo. Devem fazer adaptações e não comer tantas vezes quanto anteriormente. 

A título pessoal, moderei o consumo de alguns alimentos, como manteigas ou cereais com açúcar, por exemplo; passei a comer em determinados períodos horários, a ingerir muito mais água (atualmente, ingiro perto de 3 litros por dia), a usar alimentos mais benéficos e/ou saudáveis (de forma doseada) como beterrabas, abacates ou cogumelos, a educar o meu paladar. Por uma questão de opção, deixei de adoçar com açúcar e passei a recorrer maioritariamente ao doce natural de frutas e afins. Porém, importa dizer que, de vez em quando, como algo com açúcar "puro". Este processo de reeducação alimentar não foi imediato. Demorei dois anos e meio a descobrir o que era melhor para mim. Se hoje não como determinado alimento, não o faço por eventualmente engordar, mas por não ser benéfico para a minha saúde, por exemplo, ao nível do colesterol ou da tensão.

Como o tema é bastante complexo, mas é também extremamente importante, irei abordar nos próximos tempos os aspetos que resultaram comigo e como se deu todo o processo de reeducação.

Espero contar com a vossa atenção.

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub