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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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18
Abr19

Maratonista pela distância e não só


João Silva

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ESCOLHA DE DISTÂNCIAS

O processo de escolha foi identificado desde muito cedo: sempre fui mais forte na resistência, na persistência e na resiliência do que na velocidade. O meu ritmo é mais constante e mais elevado quanto maior for a distância e quanto mais tempo passar a correr. Comecei por me interessar por distâncias médias. Achava 5 km muito pouco, comecei cedo a pensar nos 10 km. Constituíram o grosso das minhas provas. Treinava para isso, sem nunca achar aquela distância impossível. Com o tempo, o meu corpo foi pedindo mais nos treinos, pelo que os 10 km passaram a ser “pouco”. Além disso, nas provas, fui começando a ter a noção de que era difícil não entrar num ritmo demasiado ofegante e “explosivo” para conseguir fazer tempos mais baixos. Contudo, esse facto tem um lado positivo: a “explosão” obriga a manter uma passada mais acelerada e não dá espaço para erros, temos de estar alerta desde o começo. Por outro lado, essa necessidade fazia com que me sentisse deslocado, pois não tinha tempo para as minhas características, o processo de aceleração era “mais artificial”.

Foi então que quis experimentar aquilo que me parecia um verdadeiro desafio, os 21 km, ou seja, a meia maratona. Confesso que gosto muito mais, pois permite-me ganhar cadência e ritmo de acordo com o meu perfil muscular. A primeira experiência oficial nesta distância foi na Figueira da Foz em 2017. O que parecia ser um “bicho de sete cabeças”, passou rapidamente a uma tarefa executável. Olhando para trás, é um patamar onde passarei a competir muitas mais vezes.

Para 2019, tenho previstas algumas estreias em provas desta natureza. Não tanto pela questão do tempo, naturalmente que olho para isso, mas sobretudo pela possibilidade de desfrutar de uma prova longa, onde é necessário usar uma estratégia mais correta para a dosagem da força e da energia.

Contudo, os 21 km, embora sendo uma prova complexa, passaram a servir de meio para atingir um fim maior, um propósito mais prolongado, uma experiência de corrida mais completa e desafiante: a maratona. Apesar de não poder ser repetida muitas vezes ao ano pelo impacto que tem sobre o corpo, é a minha distância de eleição. O que me faz verdadeiramente feliz e é na preparação para esse tipo de prova que focarei as minhas próximas partilhas.

18
Abr19

Já sinto o "tiro" de partida


João Silva

Faltam 10 dias para o grande dia deste primeiro semestre competitivo. Sinto a ansiedade positiva, a vontade enorme de ver tantas caras conhecidas que deixei na terra os ovos moles em 2016. Quero muito fazer esta prova! 

O que havia a fazer está: de uma forma geral, os treinos correram bem; descanso nem sempre, mas ok; reforço muscular na medida correta e treino de abastecimentos também foi otimizado.

Nos próximos dias, vou deixar aqui vários textos que fui compilando sobre todo o meu processo de preparação para esta maratona em Aveiro.

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No fundo, trata-se de observações sobre tipologias de treino, hábitos e estratégias, formas de treino e de preparação para a distância mítica, observações sobre o fenómeno da depressão neste desporto associado a estas provas e, não menos importante, os meus objetivos para a prova do dia 28.

Espero que seja do vosso agrado.

Fico a contar com opiniões sobre o que lerem.

A todos os que lá estarão a competir e a apoiar, um bem haja. Sois enormes.

 

 

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