Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub
14
Abr19

Qual é que visto hoje?


João Silva

20181104_131124.jpg

 

Não sei se já deu para reparar, mas ligo muito a "colecionismos de corredor".

E o que quero dizer com isso?

É muito simples, procuro guardar tudo o que vou amealhando das provas e desta nova vida de corredor, talvez por ser tão importante e por não querer perder pitada. Quando vierem os meus rebentos, quero poder  mostrar-lhes tudo o que fui conseguindo, o que eu e a mãe deles fomos criando. E este "projeto de vida" é algo que procuro eternizar na nossa família.

Além disso, sou muito melancólico e "agarrado" a estas pequenas (grandes) coisas.

Portanto, desde camisolas a medalhas, passando pelos dorsais, está tudo devidamente guardado no templo que é a nossa casa.

No caso das camisolas, tenho uma estima especial, guardo todas na minha gaveta do desporto e treino com elas. Poderia não o fazer, mas não consigo e não quero. Posso partilhar o segredo (que não o é) de que sinto uma certa vaidade. 

A camisola da equipa, essa está sempre destinada às provas. É uma espécie de "superstição". Vocês também têm superstições para as provas? Além da camisola da equipa, tenho de levar sempre as mesmas meias, as mesmas perneiras (tenho dois pares) e os mesmos calções pretos. Bem sei que não é isso que vai ditar a minha performance, mas não me sinto confortável sem esses "talismãs".

Deixando para trás o pequeno desvio temático, revelo outra particularidade que tenho em relação às camisolas das provas: fico "danado" se não forem bonitas, gosto da diversidade de cores (há uma grande predominância da cor amarelo fluorescente) e sou exigente com o "desenho". Têm de ter "simbolismo", ser minimamente alusivas ao evento e não apenas ter o nome da prova. Além disso, outra "regra" que tenho: na semana após a prova, tenho de usar a camisola que nos deram no evento.

E, como não podia deixar de ser, tenho já uma bela panóplia: sem contar com os trails em que fiz caminhada, já corri 17 provas de 10 km, 6 meias maratonas, 1 maratona e 6 trails. São, pelo menos, 30 camisolas. Mas como ganhei o direito a receber a de finisher na maratona e já fiz caminhadas em provas, tenho bem mais. Contudo, estou numa fase em que me dou ao luxo de escolher apenas as minhas preferidas.

Passo a apresentar a paleta de cores que tenho e casa:

IMG_20190410_211134.jpg

IMG_20190410_211142.jpg

Estas entram para a categoria "ãh": gosto, mas nem são carne nem são peixe. As da última fila esta segunda imagem são as minhas preferidas desse grupo. Gosto do facto de nos terem oferecido uma camisola de manga comprida no Trail de Sicó deste ano. Fica a nota positiva.

Mas existe um grupo bem mais restrito e especial:

IMG_20190410_211200.jpg

Aqui importa ressalvar a presença de cinco camisolas de provas 4 estações ou da responsabilidade da mesma organização. Normalmente, têm um requinte assinalável. Contudo, em abono da verdade, devo dizer que a de Coimbra em 2019 é manifestamente feia. 

Por último, não só pela simbologia, revelo aquela que me dá mais orgulho usar e que me envaidece a cada treino que faço com ela. Depois dessa camisola que a minha vida mudou:

IMG_20190410_211246.jpg

Além da cor, adoro o desenho da cidade do Porto. Estou ansioso pela deste ano. Só que tenho de esperar por novembro. 

Já vi a de finisher da Maratona de Aveiro em abril, gostei muito, mas continuo a preferir esta.

E desse lado, o que fazem aos "trapos" recebem nas provas? Usam, dão, limpam o pó, estragam, deitam fora?

 

14
Abr19

Para (nunca deixar de) recordar


João Silva

Graças à minha esposa, tenho em casa um cantinho inteiramente dedicado às medalhas e "troféus" que vamos recebendo no final das provas.

É um espaço que me enche de orgulho e de alguma vaidade, confesso. Estou sempre de olho nele, a ver se cresce, e só lamento ter havido provas em que não recebemos rigorosamente nada de "recordação". É uma pena.

Não vejo as medalhas como "vitória moral para todos". Nunca passei por essa fase, mas sabe mesmo muito bem ver a sala colorida com estes "adornos". Naturalmente, uns mais "importantes" do que outros. E, como não podia deixar de ser, uns mais belos, outros menos. 

De todas, dou especial destaque às das 4 estações, exceção feita à de março de 2019, às da Atletas.net, onde se incluem a da meia maratona de Ílhavo e a primeira meia maratona que fiz, em 2017 na Figueira da Foz. 

Por último, mas não menos importante, bem pelo contrário: a fantástica medalha da maratona do Porto em 2018. Fizemos questão de mandar gravar o nome e os resultados da prova: 03h33'35''. Oxalá seja a primeira de muitas maratonas.

Como a tendência é "engordar" o acervo, é bem provável que tenhamos de comprar um "pouso" para as recordações.

E como é desse lado? Tudo para uma caixa bem escondidinho ou bem visível para ser apreciado como merece?

Contem tudo. Não se acanhem...

Redes sociais

Palmarés da minha vida

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Baú de corridas no blogue

Em destaque no SAPO Blogs
pub