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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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13
Abr19

O colecionador da pasta (não) perdida


João Silva

IMG_20190413_112917.jpgAo proceder à arrumação do dorsal da meia maratona de Ílhavo, dei de caras com mais um tesouro.

Guardo tudo o que vou recebendo das provas. Os dorsais não são exceção.

IMG_20190413_112609 (1).jpgServem para reviver todo o trajeto até aqui e também para ver a qualidade (ou a falta dela) de alguns exemplares.

IMG_20190413_112756 (1).jpg

O próximo passo é tirá-los da pasta onde se encontram e transferi-los para um "lar" mais apropriado, como uma caixa, por exemplo.

E vocês? São como eu e também guardam tudo ou o lixo é a paragem de todos estes "recuerdos" de provas?

 

 

13
Abr19

Chuva ou choro


João Silva

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Já deve ter dado para ver: sou uma pessoa muito emotiva. 

Além de procurar sempre ligações entre as coisas que acontecem na minha vida e de as questionar, gosto de pensar num lado metafísico de tudo.

Muitos desvalorizam provas, se fazem muito ou pouco, se tinham muito ou pouco público.

Confesso que não gosto de pensar nem de atuar como se tudo fosse um dado adquirido. Porque não foi. Porque, apesar de me ver como um eterno insatisfeito e como alguém muito exigente consigo próprio, sinto que, de cada vez que cruzo a meta, conquistei alguma coisa, mesmo não estando à altura das minhas expetativas.

E, além disso, há aqueles momentos dentro das provas em que me sinto um felizardo por ter conseguido chegar onde queria, por já não ser um sedentário, por ter mudado a minha forma de viver e por poder correr.

No passado domingo, em Ílhavo, voltei a soltar lágrimas de satisfação, de felicidade mesmo. A sensação foi a mesma que tive na maratona do Porto em novembro de 2018. No entanto, não deixa de ser curioso que não foi por a prova de Ílhavo estar a correr bem, foi porque, entre o quilómetro 10 e o 13, fui muito incentivado pelas pessoas, fui acarinhado pelos mais pequenos e porque pensei no quão feliz sou por poder correr, mesmo que agora corra menos do que anteriormente.

E, no meio daquela chuva, nem se notou se estava a chorar ou se era a chuva que beijava a minha cara. Fechei os olhos durante alguns metros, pensei na minha vida e deixei sair o que tinha dentro de mim. Foi libertador! 

Apesar da sensação e de ter ajudado a correr mais um pouco, foi sol de pouca dura. Daí a um quilómetro rebentei por completo e depois fui em gestão até à meta.

Bem podia ter chorado nesse local...não de libertação mas de "sofrimento"!

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As imagens são cortesia da organização da prova e da página "Atletas Quenianos"

 

 

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