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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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12
Abr19

A última meia...


João Silva

IMG_20190412_092357.jpg

Sem saber à partida, hoje foi dia de fazer o meu último treino "longão" antes do dia 28 de abril, dia da Maratona de Aveiro.

Ontem senti-me tão bem no treino, que decidi, à última hora, juntar o tempo previsto para corrida de hoje e de amanhã e fazer uma sessão bem jeitosa.

O corpo ainda está em recuperação depois da meia maratona oficial em Ílhavo na semana passada, mas o desejo falou mais alto.

O meu propósito era fazer um treino longo, com passagens por Campizes, Sebal e Venda da Luísa. Sobretudo a primeira terra (na ligação Ega - Campizes) já me estava "atravessada" há muito tempo.

IMG_20190412_092600.jpg

Além disso, aproveitei para ir fazendo uma espécie de registo visual da minha prestação.

Tinha estipulado fazer 01h50, mas acabei por me sentir de tal forma bem que tive de fazer 01h56 para chegar aos 21,140 km.

Ou seja, a "brincar a brincar", fiz uma meia maratona. O ritmo foi bom, ao contrário do que esperava. Quando cheguei ao fim de uma 01 hora de corrida, atingi a barreira dos 11 km, o que já não acontecia há imenso tempo mesmo. Senti-me feliz por isso, apesar de saber que a média vai ter de ser mais baixa na maratona, para que depois desenvolva um bom ritmo na parte final.

No fim, senti imensas dores nas ancas e nos adutores, o que só prova que o organismo ainda não está a 100%. Além disso, como não levei água comigo nem coloquei o creme antifricção (uso o da Decathlon), acabei por me sentir um pouco desidratado e por fazer foles nos pés. Sim, os pés, esses "bandidos" que aqueceram muito e me deixaram com algumas dores.

Agora esperam-me duas semanas de treinos de corrida de menor intensidade. Amanhã farei uma longa sessão de reforço muscular (tenho previsto fazer 3h), mas não irei correr.

Na segunda-feira, farei estática para ativar os músculos das pernas e só na terça retomarei a corrida.

Deixo-vos o "resumo" da minha meia maratona de hoje aqui...

 

12
Abr19

Adeus velhas companheiras


João Silva

Como sou teimoso com estas coisas das corridas e gosto de usar e guardar tudo até à exaustão, há dias fui "forçado" a libertar-me das primeiras grandes sapatilhas que tive para correr em provas.

Foram umas companheiras como não há igual. Começaram por se destinar apenas a trails.

No início, ainda fazia alguns e era preciso ter material que agarrasse bem aos diferentes tipos de terreno. Comprei umas Kalenji Trail na Decathlon. Bem sei que existem mais caras e que existem melhores, mas para que não tem muito dinheiro para gastar nestas coisas e, ainda assim, pretende correr com segurança, sobretudo, em trails, recomendo-as vivamente. 

Eram bastante flexíveis, com um bom amortecimento, "pitons" bem altos e com bom arejamento. O material da parte superior foi tão resistente que só começou a ceder ao fim de 900 km oficiais.

Usei-as bem mais do que esse número de vezes, mas só comecei a registar os trajetos e o calçado na aplicação Runtastic muito "tarde".

Depois de serem usadas nos trails, comecei a encaminhá-las para a estrada, porque corria muitas vezes debaixo de chuva e precisava de algo que agarrasse bem. As típicas sapatilhas de corredor de estrada não têm boa aderência ao piso molhado e escorregam muito. Ainda foram algumas as quedas.

Mas pronto, há uns dias, já depois de as ter usado em 2019 no Trail de Sicó e de ter feito foles nos pés, tive de me render às evidências.

Contem-me lá, vocês sofrem do mesmo mal?

Em que situações se desfazem das vossas sapatilhas velhas de corrida?

 

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