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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

04
Jun20

1, 2, 3, uma entrevista de cada vez


João Silva

O "candidato" seguinte nesta rubrica de entrevistas dá pelo nome de Artur Jorge, sendo conhecido nas corridas por Tujó.

Foi dos primeiros elementos da minha atual equipa que conheci. Na verdade, na prova Pedro e Inês em 2018 trocámos algumas ideias e fiquei logo com boa impressão dele. Trata-se de alguém que leva isto com ligeireza, mas que assume o gosto pelo desporto e que o pratica para estar bem consigo próprio. O facto de ser um bom atleta e de obter bons resultados funciona como um extra nesta escada de atributos.

É um homem de ação, deixa as palavras na gaveta, mas, em todo o caso, sabe bem o que quer desta modalidade.

Fiquem, pois, com o Artur Jorge Henriques Gândara:

  • Idade

40 anos

  • Equipa

ARCD Venda da Luísa

  • Praticante de atletismo desde

Janeiro 2014; (Night Runners Coimbra)

  • Modalidade de atletismo preferida

Estrada

  • Prefere curtas ou longas distâncias

Distâncias curtas

  • Na atual equipa desde

12/2016

  • Volume de treinos por semana

 3 ou 4 treinos por semana

  • Importância dos treinos

Manter a forma, preparar as provas e gosto por correr (diversão).

  • Se tem ou não treinador

Não tenho nem nunca tive treinador.

  • Diferenças existentes entre o atletismo passado e atual

Só consigo responder desde que comecei, e noto mais provas regionais, mais competição, mais afluência e  profissionalismo.

  • Histórias insólitas, curiosas ou inéditas

Lembro-me de uma que fiz hà pouco tempo já em estado de emergência: fiz uma meia maratona na garagem (em 50 m).

  • Aventura marcante

Talvez tenha sido a primeira prova (PoiaresTrail 2014), senti-me muito bem com tudo e percebi que as corridas tinham vindo para ficar na minha vida.

  • Participação em prova mais longa

A minha prova mais longa foram 30 km no PoiaresTrail em 2015, não me senti bem nessa prova, por isso talvez não ter feito mais nenhuma dessa distância. Em 2018 participei num treino noturno da equipa e fiz 54 km, sendo essa a distância mais longa que fiz a correr.

  • Como vê o atletismo daqui a 5 anos

Talvez esta “febre” passe ligeiramente e só fiquem aqueles que realmente gostam de correr (na provas amadoras, que são a minha realidade).

  • Como se vê no atletismo daqui a 5 anos

Quero continuar a divertir-me, a fazer amigos, na mesma equipa (se me quiserem lá) e se o corpo deixar, continuar a superar os meus próprios objetivos, sem sofrer lesões.

 

 

 

 

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